Átila Böhm

16 Set 2012 
partir de 1947, muita energia foi aplicada para a realização da 2ª Regata Buenos Aires – Rio de Janeiro. A comunidade náutica internacional reconhecia a Buenos Aires – Rio como a nova regata de longo curso com 33 inscritos de 5 países:

Do lado Brasileiro:
ATREVIDA – Desenho de Nat. Herreshoff 1923 Comprimento do deck 95’. Foi o maior barco inscrito, vendido para o Brasil em 1946.
ALBATROZ – Desenho de Uffa Fox de 1935, pertencente à Marinha do Brasil.
VENDAVAL – Desenho S&S de 1942, 3º colocado na BsAs – Rio de 1947.
ONDINA – Classe Brasil lançado à água em 1947.
SIROCCO – Desenho de Knut Reimers, considerado deslocamento leve para a época, foi para a água em 1947.
MAJOY e ARACATY – Classe Brasil, foram para a água 1949


Veleiro alemão Magellan

Do lado Argentino:
CANGREJO – Desenho Frers de 1944 com comprimento de 40’.
JOANNE – Desenho Frers de 1946 acabara de chegar da Inglaterra, a onde correu a Fastnet Race de 1948 sagrando-se 2º na classe C.
FJORD III – Irmão gêmeo do JOANNE lançado em 1947.
MARIANDICK – Frers Classe Narval 39’, foi para a água em 1948.
FORTUNA – Desenho Manuel Campos de 1949 com comprimento de 63’.
TUDEMAY – Classe Brasil foi para a água em Buenos Aires em 1949.
TRUCHA e GITANO – Desenho de German Frers foram para a água em 1949 os dois com 40’ Classe Narval.
PETE IV – Desenho F. Solis de 1949, linhas de vanguarda para a época.
ERRANTE – Desenho Frers foi para a água em 1950.

Do Uruguai: UPA – Desenho de Harry Pidgeon, construído no Astillero Marando, no Uruguai em 1940.
CAESAR – Desenho de Roberto Hosmann, lançado em 1946.
ASTRAL – Comandado pelo famoso arquiteto uruguaio Roman Fresnedo Siri. Entre outras obras, projetou o Hipódromo do Cristal, em Porto Alegre.

Da Alemanha: 
MAGELLAN – Desenho de Kurt A. H. Oehlmann de 1948. Após a 2ª Guerra Mundial, o Capitão de Submarino Alemão U Boat Heinrich Lehmann-Willenbrock construiu o MAGELLAN e depois da regata vendeu o barco no Brasil para Oscar A. Schmidt que o rebatizou de Destino. O filme Das Boat do diretor Wolfgang Petersen relata a historia do U Boat U96 na Segunda Guerra Mundial.


Veleiro inglês Blue Disa

Da Inglaterra:
BLUE DISA – Desenho de Laurent Giles, Classe R.N.S.A 24, o menor barco da regata, com comprimento de 31’. Entre 1949 e 53 foram encomendados 16 barcos. O BLUE DISA é o casco No 4 da série, e foi lançado em 1949 pelo estaleiro Camper & Nicholson.

Dois grandes protagonistas da Regata de 1947, a primeira Buenos Aires – Rio, não participaram da edição de 1950: José Candido Pimentel Duarte e Felipe Justo. José Candido Pimentel Duarte, em setembro de 1949, faltando 4 meses para largada da regata, descobriu que estava com Leucemia. Sua viagem para Buenos Aires foi cancelada, partindo para New York, onde iniciou seu tratamento no Memorial Hospital, de onde acompanhou os preparativos e desenrolar da regata. Seu filho e companheiro de velejadas, Fernando Pimentel Duarte, acompanhava-o em New York e, por ordem de seu pai, em janeiro de 1950, foi direto do hospital para Buenos Aires para juntar-se ao seu irmão José Luiz e competir com o VENDAVAL na segunda edição da regata.
José Candido escolhera o escritório de Olin Stephens e Rod Sparkman para projetar o VENDAVAL, construído no Rio de Janeiro, na Ilha dos Ferreiros, no Estaleiro Brazilian Coal Co., sendo batizado em 17 de janeiro de 1942 . No livro de memórias de Olin Stephens consta que o projeto do Vendaval foi o único executado durante a 2ª Guerra Mundial. Olin e Rod tornaram-se amigos de José Candido e o visitavam no hospital em New York.
José Candido, ainda no Hospital de New York, convidou o Capitão de Corveta Helio Leôncio Martins para assumir o comando do Vendaval, porém ele achava que o comando deveria ser do José Luiz Pimentel Duarte (filho mais velho do José Candido).


Veleiro Albatroz risando a vela grande em 1950

Felipe Justo, vencedor da primeira edição Buenos Aires – Rio, capitão do Alfard, que deixou a sua marca indelével no iatismo da América Latina, não participou da 2º edição. Faleceu navegando na costa do Uruguai anos antes da 2ª Buenos Aires – Rio.

O primeiro desafio da regata consistia em chegar a Buenos Aires. As condições meteorológicas da região podem ser extremamente adversas e, por consequência, a navegação deve ser precisa. Devo lembrar que os instrumentos de navegação disponíveis na época eram a bússola, cartas náuticas, compasso, régua, relógio, alidade, radiogônio, sextante, lápis e borracha. Muitas histórias poderiam ser relatadas aqui dos contratempos encontrados pelos veleiros e velejadores. Entretanto, relatarei duas que considero ilustrativas.

Segundo o diário de bordo do veleiro SIROCCO, escrito por Frederico Krueder, em 26 de dezembro de 1950, o barco deixou o porto de Santos rumo a Buenos Aires, fazendo escalas em La Paloma e Montevidéu. Conforme seu diário de bordo, no dia 28 o vento virou para o Sul e no dia 3 janeiro escreveu: “Encontramo-nos hoje a 60 mn ao largo da costa do Rio Grande do Sul. Há grande marulho de ondas curtas. O iate balança fazendo 5 nós. Muita animação a bordo, apesar de não termos mais pão, estar racionada a água e, de manhã, comemos apenas uma papa grossa sem leite”. No dia 12 partiram de Montevidéu com um vento de Nordeste que foi aumentando de intensidade. Ainda relatou que chegaram a Buenos Aires com as velas muito danificadas pelos fortes ventos e foi difícil a navegação no canal de acesso ao porto.

Os veleiros da Escola Naval da Marinha do Brasil, ALBATROZ e GRAZINA, que partiram do Rio de Janeiro no dia 3 de janeiro escoltados pelo Navio de Guerra BERTIOGA com destino a Buenos Aires, enfrentaram no segundo dia de viagem a primeira tempestade com vento Sudoeste e chuvas. O GRAZINA foi forçado a arribar para Santos em função do mal tempo, que o colocou fora da regata em função do prazo para chegar ao porto de Buenos Aires. Dia 15 de janeiro, após 12 dias de navegação, o ALBATROZ e o Navio de Guerra BERTIOGA, aproximam-se do porto de Buenos Aires.

E aí vamos nós para a segunda grande
Regata Buenos Aires – Rio, em 22 de janeiro de 1950!


Veleiro Atrevida, em foto publicada no Yachting Argentino, em 1947

Dia 22 – Vento Sudeste de 45 nós. Desde uma hora antes da largada muitos contratempos continuavam acontecendo. Às 17 horas, larga a regata. As condições meteorológicas eram realmente adversas com vento Sudeste rondando para leste, fazendo com que toda flotilha sofresse com o vento forte a noite toda. Foram inúmeros bordos para passar o canal do Rio da Prata, cercado por baixios e cascos soçobrados.
ALDEBARAN quebrou a retranca e retornou ao porto.
ATREVIDA, que desloca 90 toneladas e 3,80 m de calado, encalhou antes da partida. Encontrou muita dificuldade de bordejar no estreito canal de acesso ao porto de Buenos Aires.
FORTUNA teve avarias no estaiamento e retornou ao porto.
LORNA teve avarias no estaiamento e retornou ao porto.
ALBATROZ e ISEO não largaram.
O helicóptero com cinegrafistas e repórteres caiu no mar. Todos sobreviveram inclusive os filmes (ver a foto do TUDERMAY, mais abaixo, onde aparece o helicóptero).

Dia 23 – Vento contra e forte pela manhã, o ALFARD arribou em Colônia, no Uruguai, para fazer reparos. E o SIROCCO, que navegava junto à costa do Uruguai tentando evitar a correnteza contrária, fazia reparos na vela grande e costurava os garrunchos da buja, que se soltaram. O vento diminuiu a intensidade durante a tarde.

Dia 24 – VENDAVAL, FJORD III e JOANNE estavam entre o Cabo Polônio e o Farol do Chuí. Na altura da Ponta Santo Inácio o SIROCCO colocou o balão e começou a navegar à velocidade de 12 nós. O ONDINA estava no través do Cabo Polônio, o MAJOY em La Paloma e o ARACATY em Punta del Este.

Dia 25 – VENDAVAL, FJORD III e JOANNE estavam próximo ao Farol Capão da Marca. O SIROCCO cruzou o Chuí em 10º lugar, informação fornecida à eles por um navio da Marinha Brasileira. O ONDINA a poucas milhas a frente do MAJOY, ao Sul de Rio Grande, fez 150 mn em 24 horas. E o ARACATY, que estava no través do Farol do Albardão, distante 60 mn para o mar, adotou a estratégia de afastar-se da costa.


Veleiro Atrevida antes da largada, em 1950

Dia 26 – Vento nordeste forte. Segundo German Frers, em seu livro “Viajes, Disenos e Regatas”, o FJORD III adotou a estratégia de seguir o rumo do VENDAVAL, que optou pelo bordo de terra. Fizeram muitos bordos curtos próximos à praia e avançaram poucas milhas. O SIROCCO em razão do vento forte foi obrigado a capear. O ARACATY seguiu seu bordo para o mar e o MAJOY para terra. Estavam na altura do Farol do Capão da Marca.

Dia 27 – Vento Nordeste forte. VENDAVAL e FJORD III navegavam ao Sul do Cabo Sta. Marta, com bordos curtos próximos à praia, o que tornava a velejada cansativa. Na altura do farol São Simão, ARACATY fez 93mn em seu rumo afastado da costa e o MAJOY fez um pouco mais de 70 mn, próximo a costa.

Dia 28 – Vento Nordeste forte. VENDAVAL e FJORD III fizeram um bordo longo para o

mar, a 50 mn da costa onde os dois cambaram para o norte na altura de Laguna. O ONDINA encontrava-se próximo a Torres, o MAJOY ao norte de Tramandaí e o ARACATY estava a 140 mn da costa, ao Sul de Tramandaí.


Veleiro Joanne

Dia 29 – Sem referência ao vento na posição do VENDAVAL e do FJORD III, que estavam na altura da Ilha de Florianópolis a 50 mn da costa, onde fizeram novamente o bordo para a terra. ONDINA e o MAJOY, que tentavam contornar o Cabo Sta. Marta, encontraram vento Nordeste forte e praticamente não avançaram.

Dia 30 – VENDAVAL e FJORD III estavam próximos a Ilha do Bom Abrigo. O SIROCCO cruzou o Cabo Santa Marta em 7º lugar e, segundo seu comandante Frederico Krueder, estavam com avarias nos estais, o que poderia levar à ruptura do mastro. “O vazamento de água pela enora (onde o mastro cruza o convés), molhava os colchões. O mal cheiro e falta de higiene pessoal incomodavam a pele dos tripulantes e tornavam a regata mais difícil.” O ARACATY estava a 40 mn a Sudeste de Florianópolis, na altura de Imbituba, enquanto o ONDINA e MAJOY montaram o Cabo Sta. Marta.

Dia 31 – O VENDAVAL navegava ao largo de Ilhabela e o FJORD III a 30 milhas afastado da costa. O vento acalmou para o SIROCCO na altura de São Francisco do Sul. O ARACATY cruzou na frente do ONDINA e do MAJOY e desistiu da regata. O ONDINA e o MAJOY, ao Sul de Florianópolis, seguiram no bordo para o Leste.

Dia 1 – Vento contra e fraco para o VENDAVAL e o FJORD III, que estavam próximo a Ilha Grande em Angra dos Reis. O ONDINA e o MAJOY navegaram a maior parte do dia para o Leste e praticamente não avançaram em direção ao objetivo, cambando para o Norte no fim da tarde, na altura de Florianópolis.

Dia 2 – O VENDAVAL cruzou a linha de chegada às 00 horas e 21 minutos, sagrando-se Fita Azul da 2ª Buenos Aires – Rio, seguido pelo FJORD III, 50 minutos após, e em terceiro o chegou o JOANNE, às 13 horas.


Veleiro Alfard, 1950

Fernando Pimentel Duarte, relembrando da regata, escreveu em um e-mail para mim: “Navegávamos à noite próximo à orla do Rio de Janeiro, calmaria com pequenos sopros de ventos de todos os lados, mas o emocionante foi que, não me lembro da estação de rádio, o locutor esportivo Oduvaldo Cozzi irradiava, de bordo de uma lancha, as manobras que fazíamos como se fosse a transmissão de jogo de futebol. Mas, o que realmente nos deixou emocionados, foi quando navegávamos em frente à Copacabana, e o locutor pediu aos moradores que apagassem e acendessem as luzes dos apartamentos para nos incentivar, no que foi atendido por todos.”
O ONDINA e o MAJOY estavam na altura de São Francisco do Sul a 130 mn da costa e, singraram 100 mn em direção ao Rio de Janeiro.

Dia 3 – O ERRANTE chega às 18 horas conquistando o quarto lugar em tempo corrigido. O SIROCCO, na altura de Santos, encalmado, avaliou que não teriam mais chances na competição, e às 19 horas entrou no Porto de Santos dando por encerrada a participação na regata. O ONDINA e o MAJOY estavam entre a Ilha do Bom Abrigo e Santos.

Dia 4 – Às 07 horas cruzou a linha de chegada o ALFARD. Ao final da tarde entrou um vento Sudoeste forte, estando o ONDINA a 80 mn do Rio de Janeiro, seguido pelo MAJOY.

Dia 5 – Entre 2 e 3 horas cruzaram a linha de chegada na ordem o TRUCHA, MAGELLAN e ONDINA, e às 09 horas da manhã o MAJOY completava o percurso.

Agradecimentos:
Ricardo Garlace YCA, Francisco Billoc AAVC, Fernando Pimentel Duarte ICRJ, Roberto Geyer, ICRJ, Jonas de Barros Penteado ICS e Biblioteca do VDS.
Apesar da ajuda precisa e cuidadosa dos colaboradores acima, este artigo pode conter erros, que são de minha inteira responsabilidade.

Resultado da Regata BsAs – Rio 1950

COL  NUMERAL BARCO LOA ANO COMANDANTE CLUBE PROJETISTA / ESTALEIRO
FITA AZUL BL 3 VENDAVAL 65 1942 Helio Leôncio Martins ICRJ S & S / Brazilian Coal Rio
1 A 141 FJORD III 50 1947 German Frers YCA Frers
2 A 15 JOANNE 50 1946 Rene Salem YCA Frers / Astillero Gomez & Gonzalez
3 BL 3 VENDAVAL 65 1942 Helio L. Martím ICRJ S & S / Brazilian Coal Rio
4 Arg ERRANTE – Errante (Uy) 41 1950 Alberto Rodriguez Etcheto CNO Frers / Dalin
5 A 115 CANGREJO – Nathaly e Cangrejo (Bra) 40 1944 Enrique Salzman Frers
6 BL 13 ONDINA 40 1948 Joaquim Belem ICRJ S & S / ICRJ
7 A 169 TRUCHA – Angica III (Bra) 39 1949 Hipolito Gil Elizalde Frers / Astillero Gutierrez
8 A 22 ALFARD 51 1942 Carlos Caro YCA Frers
9 BL 11 MAJOY 40 Eduardo Simonsen ICS S & S / Arataca
10 A 220 TUDEMAY – Vendaval (Arg) 40 1949 Juan Bo S & S /
11 Alemanha MAGELLAN – Destino (Bra) 1948 Heinrich Lehmann-Willenbrock Kurt A.H. Oehlmann / Eckernforde
12 A 217 GITANO 40 1949 Antonio  Ricupero Niels Sorensen Viale / Astillero Dalín
13 Arg LADY SUSAN Rodolfo S. Harari
14 A 121 MARIANDICK 39 1948 David Sigal Frers /
15 K 604 BLUE DISA 31 1949 Dick Scholfield Laurent Giles / Camper & Nicholson
16 A 25 MARACAIBO – Eolo (ARG) Maracaibo (Bra) 47 Hugo Warneford Thomson
17 Uruguay UPA 36 1940 Ramon Gainza YCU Harry Pidgeon / Astillero Marando
18 Uruguay CAESAR 38 1946 J. Acevedo Tagle YCU Roberto Hosmann
DNF Arg ALSABIK Roberto D. Herrara
DNF BL 5 SIROCCO 48 1947 Federico Kruder ICS Knut Reimers /
DNF BL 10 ARACATY 40 1949 Mariano J. Ferraz ICRJ S&S / Arataca
DNF Uruguay ASTRAL Roman Fresnedo Siri YCU
DNF Arg HALCON NEGRO Jose P. Contessa
DNF Arg HUALUN V. Salmun Feijoo
DNF Arg LORNA Luis A. Mignone
DNF A 174 PETE IV 37 1949 Fernando Solis Fernando Solis
DNF Arg WHITE DOVE 38 Juan J. Jorba Manuel Campos
DNC BL 8 ATREVIDA 95 1923 Juan D. Da Lima ICRJ N. Herreshoff / Herreshoff Inc.
DNC A 222 FORTUNA 63 1949 Efrain Ledesma ARA Manuel Campos / Arsenal Naval Bs As
DNC Brasil ALBATROZ – Wishbone (Ing) 83 1935 Escola Naval Marinha Brasileira MB Uffa Fox / J. Samuel White
DNC Arg ISEO Mario Rosa
DNC Brasil ALDEBARAN Joaquim Padua Soares ICRJ


FJORD III cerca de 1949

 
Tripulacao do FJORD III, 1950


TUDERMAY antes da largada 1950


SIROCCO, 1950


Ondina 1948


Veleiro Vendaval


Veleiro Vendaval


Tripulação do Vendaval , 1950 
Em pé, partindo da esquerda: Victor Demaison, Alcides Lopes, Fernando Pimentel Duarte,
Pedro Avelino, Amilcar Garcia, Felipe Haas e Luiz Carlos Peixoto Ramos
Sentados: Hélio Leôncio Martins, José Luiz Pimentel Duarte e Flávio Barroso.


Posições do Vendaval, Fjord III e Joanne

Isto é uma reedição do artigo “Regata Buenos Aires – Rio de Janeiro, 1950”, veja o original clicando aqui

7 COMENTÁRIOS

  1. 13 Set 2013
    Jose Carlos Maio
    Meus parabens!!!!Assim devo começar este depoimento.Realmente o velho e querido Lazlo,tinha porque sentir tanto orgulho do seu filho.Eu sou um homem feliz ,por ter ,na época,comprado o pequeno Uba do meu amigo Lazlo,e estar com ele até hoje,praticamente restaurado e já com novo comandante em preparo,meu filho Diego.Que o destino faça com ele,o que fez com o filho de um grande amigo.Parabens Guri.Do amigo Maio

  2. 02 Jun 2013
    Lars Grael
    Parabéns. Recosntituição de valor histórico e inestimável da Buenos Aires – Rio.

    Atrevida de volta em 2013?

    Lars Grael

  3. 27 Mai 2013
    Victor Demaison
    Assim como o relato da BA-Rio de 1947, parabens novamente. Abs, Victor Demaison

  4. 11 Jan 2013
    João Alfredo
    ATILA, QUE GRANDE EMOÇÃO, PODER VER NOVAMENTE OS VELEIROS QUE FAZIAM PARTE DOS MEUS SONHOS JUVENIS.
    COMO ERA BONITO ASSISTIR AQUELES CLÁSSICOS SAINDO PELA BOCA DA BARRA, COM AS VELAS ENFUNADAS RUMO AO MAR.
    QUE SAUDADES, DO ATREVIDA, VENDAVAL, SAMPA, SEVEN,
    BREKELÉ, VILEGAGNON, COLIGNY, CAYRU E MUITOS OUTROS BELOS EXEMPLARES DE NOSSOS FAMOSOS VELEIROS.
    PARABÉNS PELAS BELAS IMAGENS E DOS RELATOS QUE NOS REMETEM A UMA ÉPOCA MARAVILHOSA DE NOSSO YATISMO.
    JOÃO ALFREDO

  5. 21 Set 2012
    Erika
    Atila, muito obrigada por postar tao belo relato. Tambem fiquei muito emocionada por milhoes de motivos. Acima de tudo porque estou vivendo longe do mar e creio que nem me dava conta do quanto sinto falta de velejar.
    Belissimos barcos da epoca, uma belo flotilha e fico feliz por todos que puderam velejar numa epoca tao bela da vela. Nem se fala no Atrevida e fico mto feliz por este barco estar ai navegando por tanto tempo. Admiro muito as pessoas que investem em barcos classicos e mantem estas belissimas linhas enchendo os nossos olhos no mar. belissimo!

  6. 17 Set 2012
    Roberto Costa Sousa Filho
    Atila, muito me emocionou ler os relatos das regatas de 47 e 50. Desde a minha infância, embalado pelas histórias e fotos dos barcos que meu avô construiu para participação da Buenos Aires Rio, isso se tornou minha grande inspiração e sonho, de velejar. Muita coisa que eu não sabia a respeito dessas regatas, especialmente sua narrativa me fez sentir o grau de importância e emoção dos que fizeram essa gloriosa participação do esporte náutico. Grato por haver pessoas como você, que acrescentam. Parabéns!

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